Campanha eleitoral começa nesta quinta-feira; na televisão e rádio terá início no dia 31

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A campanha eleitoral começa nesta quinta-feira, após o fim do período para o registro de candidaturas no TSE, Tribunal Superior Eleitoral. A partir do dia 16, partidos e candidatos poderão pedir votos nas ruas e falar sobre as propostas para governo.

A Lei Eleitoral permite que, neste período, partidos façam comícios e usem equipamentos de som fixo. Carros de som, alto-falantes e amplificadores também podem ser usados nas sedes dos partidos e nos comitês de campanha.

A professora de Direito Eleitoral do Instituto Brasiliense de Direito Público, Marilda Silveira, explica que a lei mais proíbe que permite, em nome de eleições limpas.

Até o dia 6 de outubro, véspera da votação em todo o país, políticos e apoiadores poderão distribuir panfletos, fazer caminhadas, carreatas ou passeatas com as músicas de campanha e mensagens dos candidatos.

A professora Marilda Silveira explica que os famosos “santinhos” não podem sujar as ruas e que a população deve ficar atenta ao cumprimento da legislação, por parte de partidos e candidatos.

Em caso de descumprimento, o cidadão pode pagar multa e o candidato também. Caso eleito, pode até perder o mandato, a depender do do tipo de descumprimento.

Podem responder também por crime ambiental, em caso de santinhos nas ruas e por crime de boca de urna. A propaganda eleitoral em rádio e TV começa no dia 31 de agosto.

Fonte: Rádio Agência Nacional

Nova regra de financiamento deve reduzir juros e ajudar classe média

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O novo modelo de financiamento imobiliário com o uso dos recursos do FGTS para a compra de imóveis começa a valer no próximo ano e deve reduzir as taxas de juros e atrair compradores da classe média a realizar o sonho da casa própria.

A Resolução assinada estabeleceu que os financiamentos realizados com base no Sistema Financeiro de Habitação — aquele que utiliza dos recursos da poupança — poderão bancar imóveis de até R$ 1,5 milhão em todas as regiões do país.

A mudança não só facilita as compras de imóveis para a classe média, mas também faz com que um setor muito importante da economia tenha uma melhora.  Beneficia a classe média, a construção e o país inteiro, porque você consegue destravar o número de imóveis, fazer com que o setor da incorporação volte a investir e, consequentemente, gera mais empregos, dizem especialistas.

Fonte: MTviaRádio

Fique atento: pedir revisão dos benefícios do INSS pode acabar em prejuízo

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Segurados do INSS que pedem revisão do benefício, ou mesmo aqueles que entram na justiça pela concessão do direito estão tendo prejuízos com as custas do processo.

É que o Código de Processo Civil, em vigor desde 2016, facilitou a cobrança dos honorários, no caso do beneficiário perder a causa. O que se chama, legalmente, de honorários de sucumbência.

Geralmente, quem processa o INSS declara falta de condições de arcar com as despesas.

Mas a Justiça Federal encontrou uma forma de cobrar a causa, contestando a declaração de pobreza.

Já houve caso, por exemplo, em que foi usada imagem do Google para mostrar que o requerente mora em bairro nobre.

Outro, teve a declaração de pobreza negada por ser proprietário de um veículo.

E uma pensionista do interior de São Paulo foi contestada pela Justiça, que usou o valor do benefício em revisão como condição para pagamento.

Uma dica dos advogados é relatar, na abertura do pedido de gratuidade, todos os gastos mensais do requerente, para não haver dúvida no fim do processo.

Fonte: Rádio 2

Brasil terá mais idosos que crianças em 2046, diz IBGE

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A população brasileira está envelhecendo.

A constatação é do IBGE, que divulgou nesta semana números atualizados sobre a população, com projeções até o ano de 2060.

De acordo com estudos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, daqui há 21 anos, o Brasil terá mais idosos do que crianças.

A taxa de pessoas com mais de 65 anos passará dos atuais 9,2 por cento para 20 por cento em 2046 e, em 2060, haverá cerca de 25 idosos em cada grupo de 100 pessoas.

Duas outras tendências da população ajudam a entender o envelhecimento.

A primeira delas é que a taxa de fecundidade está caindo, o que diminui o número de nascimentos ao longo do tempo.

Essa queda está sendo observada em todos os estados brasileiros, segundo o IBGE.

Também contribui para o envelhecimento da população o aumento na expectativa de vida: as pessoas estão vivendo por mais tempo.

E, segundo os estudos do IBGE, o índice de expectativa de vida, tanto para homens como para mulheres, manterá a tendência de crescimento nos próximos anos.

Fonte: Rádio2

Perfil misterioso se espalha pelo WhatsApp. Cuidado: ele pode roubar seus dados

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Um perfil misterioso que está se espalhando pelo aplicativo de mensagens Whatsapp tem dado o que falar.

O perfil exibe uma foto assustadora de uma suposta mulher deformada e é repassado numa espécie de corrente.

O convite é para que você salve o número em sua lista de contatos para poder conversar com esse suposto personagem maligno.

O perfil surgiu com código de área do Japão, o 081.

No entanto, pouco se sabe até agora sobre esse talperfil, batizado de Momo, e suas reais intenções. Inclusive não há um número único de contato atribuído a ele.

A principal suspeita de especialistas em segurança na web é que a personagem seja, na verdade, um robô usado para fraudes eletrônicas, o chamado chatbot.

Ele estaria programando para responder mensagens, dando a impressão e que é uma pessoa de verdade.

Salvar o número desse contato, por si só, não causa nenhum dano ao celular.

O perigo está em estabelecer contatos, trocar informações e clicar em links que a Momo possa enviar.

Redobre os cuidados. O ideal para a sua segurança, segundo os especialistas, é não salvar os contatos em sua agenda do celular e ignorar o perfil.

Fonte: Rádio2

PREÇO DO BOTIJÃO DE GÁS SUBIU EM MÉDIA 27 POR CENTO

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EM UM ANO, NO BRASIL, O PREÇO DO BOTIJÃO DE GÁS SUBIU EM MÉDIA 27 POR CENTO. // A INFORMAÇÃO É DE UMA PESQUISA DO DIEESE. // DE ACORDO COM DADOS COLETADOS PELO ESTUDO, ENTRE JULHO DE 2017 E JUNHO DESTE ANO, UMA FAMÍLIA COM RENDA MENSAL DE 1500 REAIS, PASSOU A GASTAR 15 REAIS A MAIS COM BOTIJÃO DE GÁS. //

O MARANHÃO TEVE A MAIOR ALTA ENTE OS ESTADOS: 26,29 POR CENTO. // O QUE APRESENTOU MENOR AUMENTO FOI O AMAPÁ. QUASE 7 POR CENTO. //

O GÁS DE COZINHA É ENVASADO E DISTRIBUÍDO AOS REVENDEDORES, PELA PETROBRÁS. // ENTRE JANEIRO DE 2003 E AGOSTO DE 2015 O PREÇO NAS REFINARIAS ERA DE 13 REAIS E 51 CENTAVOS. // NO FIM DO ANO PASSADO, O VALOR JÁ ESTAVA NA CASA DOS 24 REAIS. //

DE ACORDO COM A AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, A ANP, O BOTIJÃO MAIS CARO NO BRASIL É VENDIDO NO MATO GROSSO, A 115 REAIS. // JÁ PARAÍBA E RIO GRANDE DO NORTE TÊM OS MAIOS EM CONTA, CUSTANDO 70 REAIS. //

Fonte: MaisNews

Ministro diz que setor agrícola pode precisar de crédito especial devido à greve

Brasília – O Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi participa do PAINEL DE ALTO NÍVEL 9 – ÁGUA PARA A AGRICULTURA E A PRODUÇÃO DE ALIMENTOS (José Cruz/Agência Brasil)

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, afirmou nesta terça-feira que é possível que os produtores de proteína animal precisem de linhas de crédito especiais para se recuperar das perdas causadas pela paralisação dos caminhoneiros, que está em andamento desde o dia 21 de maio.

O plantel, citado pelo ministro, é nome técnico para o grupo de animais selecionados pela qualidade. Blairo Maggi comentou o assunto durante a abertura do Fórum de Investimentos Brasil 2018, em São Paulo. Segundo ele, o setor menos afetado foi o de grãos.

Na Câmara dos Deputados, a Frente Parlamentar de Agricultura se reuniu com diversos setores da agropecuária. O deputado Nilson Leitão, do PSDB, afirmou que a isenção do PIS/Cofins sobre o diesel já tinha sido aprovada pelo Congresso e vetada pelo Executivo em 2015.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil estima que o prejuízo dos produtores rurais em valor bruto da produção, chegue a 6 bilhões e 600 mil reais.

Fonte: EBC

Diagnóstico aponta incidência de acidentes graves de trabalho em Mato Grosso

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Um diagnóstico dos acidentes de trabalho em Mato Grosso elaborado pelo Centro Estadual de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest), do setor da Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde (SES/MT), aponta a ocorrência de 11.327 casos graves no estado no período de 2012 a 2016.

O levantamento, realizado no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), foi categorizado por faixa etária, sexo, raça, escolaridade, ocupação, local, tipo de acidente e inclusive as partes do corpo mais atingidas.
Em 59,1%  das ocorrências os empregados são registrados, sendo que 67,2% dos acidentes ocorreram nas instalações do contratante e 82,4% durante a execução das tarefas laborais. A faixa etária de maior incidência é entre 25 a 34 anos, 88,4% das vítimas são homens das raças branca e parda, com nível de escolaridade entre o 1º e o 3º ano do Ensino Médio, que trabalham na zona urbana e na maioria dos casos encontram-se nos setores como agropecuário, construção civil e na operação de máquinas e equipamentos e veículos automotores.
Toda esta conjuntura, de acordo com o coordenador do Cerest/MT, Paulo Lima, pode ser interpretada como ambientes de trabalho que não oferecem segurança adequada aos trabalhadores, seja por jornadas de trabalho extensivas, tipo de organização do trabalho e, ou falta de equipamentos de proteção coletiva e individual.
As partes do corpo mais atingidas são os membros superiores (49,1%), principalmente as mãos, seguida dos membros inferiores (13,3%) e cabeça (11,8%). Sobre a evolução dos casos, 40,9% obtiveram cura e 36,9% apresentaram incapacidade temporária, o que provoca o afastamento do serviço para tratamento e isto causa forte impacto nas condições socioeconômicas, familiares e psicológicas do trabalhador.  Dos 11.327 trabalhadores vítimas de acidentes de trabalho de 2012 a 2016, 318 (2,8%) foram a óbito.
A Taxa de Incidência (TI) dos acidentes de trabalho grave teve um aumento expressivo no período analisado, saindo de 120,2 em 2012 para 202,4 acidentes de trabalho para cada 100 mil habitantes em 2016.
Para Paulo Lima, a provável causa do aumento da Taxa de Incidência para acidentes graves, foi o aumento das notificações realizadas pelos profissionais de saúde das Unidades Sentinelas, que durante este período receberam capacitação realizada pelo Cerest/MT para investigação e preenchimento das fichas do SINAN para os agravos relacionados ao trabalho, melhorando muito a quantidade destas notificações. “Mesmo assim, estima-se que são muitas as subnotificações”, alerta o coordenador.
Já a incidência de óbitos caiu de 16,9 para 14 a cada 100 mil habitantes nesse mesmo período, porém, observa-se que as regionais que apresentaram as maiores taxas de mortalidade foram Juína, Sinop, Alta Floresta, Diamantino e Água Boa.
“Os casos de óbitos por acidente de trabalho estão mais concentrados na rota de maior desenvolvimento econômico do agronegócio em Mato Grosso, porém vale lembrar que na Regional da Baixada Cuiabana os registros dos óbitos por acidente de trabalho e dos Acidentes de Trabalho Grave estão muito aquém da realidade, considerando esta ser a Regional que concentra a maior parte da população economicamente ativa e ocupada”, afirma Paulo Lima.
O coordenador do Cerest/MT observa que Mato Grosso é um estado que tem apresentado um elevado nível de desenvolvimento econômico baseado principalmente na produção agropecuária. Disso, ocorre a necessidade de medidas de proteção, prevenção e controle dos riscos à saúde dos trabalhadores nos ambientes de trabalho, principalmente nesse segmento da economia.
“E isto pode ser feito mediante a inserção de mecanismos, tecnologias e instrumentos que incorporem a antecipação dos riscos e permitam a prevenção dos agravos relacionados ao trabalho nos diversos campos de atuação e nos processos e atividades produtivas fomentadas por essas políticas de desenvolvimento”.

A garantia da efetividade das ações de promoção e proteção da saúde dos trabalhadores pressupõe a articulação entre as diversas políticas, incluindo o campo da saúde do trabalhador. “Por isso é necessário incluir atividades de Vigilância em Saúde do Trabalhador e monitorar os fatores de risco para as doenças e acidentes relacionados ao trabalho com a participação dos trabalhadores e do Controle Social nos ambientes de trabalho”, finaliza Paulo Lima, salientando que este diagnóstico, mesmo com números subestimados, apresenta um norte para estabelecer prioridades para a atuação da saúde do trabalhador no estado de Mato Grosso.

Sandra Carvalho/SES-MT

Prorrogada até 15 de junho campanha de vacinação contra gripe

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O público-alvo da campanha contra a gripe vai ter mais 14 dias para procurar os postos de vacinação. O Ministério da Saúde confirmou que a campanha que terminaria no próximo dia primeiro foi prorrogada para 15 de junho, devido ao impacto da paralisação dos caminhoneiros nos atendimentos em saúde.

Segundo o órgão, as 60 milhões de doses já foram distribuídas para todos os estados e o Distrito Federal. Caso ainda haja doses no estoque, a vacinação poderá ser ampliada para crianças com idade entre cinco e nove anos.

Até o momento, a prioridade são os pequenos com até cinco anos incompletos, além de idosos, gestantes, pessoas com morbidades, e público com maior risco de complicações para a doença.

Do total de mais de 54 milhões de pessoas esperadas, ainda faltam ser vacinadas quase 19 milhões, o que significa um alcance, até o momento, de 66 por cento do público-alvo. Em Goiás, 99% do público-alvo já foi vacinado e, no Amapá, mais de 90%. O menor índice está em Roraima, onde pouco mais de 30% das pessoas estão imunizadas.

As crianças continuam sendo o público com o menor índice de imunização: menos da metade delas foram levadas aos postos de vacinação. No topo da cobertura, estão as puérperas, mulheres que deram a luz em menos de 45 dias. Esse grupo está com cobertura de 78%.

 

Até o último sábado, o Brasil registrava mais de dois mil casos de influenza, com 335 mortes.

Fonte: EBC

Campo Verde deve imunizar mais de 8 mil pessoas contra o vírus da influenza

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Começou nesta segunda-feira  (23) a campanha nacional de vacinação contra a influenza (gripe), coordenada pelo Ministério da Saúde. Em Campo Verde, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, 8.284 pessoas devem ser imunizadas até o dia 30 de maio. No dia 12 de maio será realizado o “Dia D” da vacinação, com os postos de saúde da zona urbana atendendo das 8h00 às 17h00.

De acordo com a preconização do Ministério da Saúde, devem ser vacinados idosos com mais de 60 anos, indígenas, gestantes, mulheres que deram à luz a menos de 45 dias (puérperas), crianças com idade de 6 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias e trabalhadores da saúde. “Esses têm prioridade”, ressaltou a enfermeira da Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, Vânia Christina Sanchez Franceschi.

Também devem ser imunizados professores e portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas específicas mediante prescrição médica. O objetivo da vacinação, de acordo com Vânia Franceschi, é reduzir as complicações, internações e mortalidade decorrentes das infecções pelo vírus da influenza (gripe).

Em Campo Verde, de acordo com a enfermeira da Vigilância Epidemiológica, a campanha não obedecerá o calendário do Ministério da Saúde, que prevê a vacinação por etapas. No município, todas as pessoas que fazem parte do público alvo já podem procurar os PSF´s da área urbana para serem vacinados. As gestantes poderão se vacinar também no CAISM.

Vânia Franceschi informou que as vacinas estão sendo encaminhadas por lotes pelo Escritório Regional da Secretaria Estadual de Saúde de Rondonópolis. “Nós recebemos até agora 30% do total necessário para atingirmos a meta. Enquanto houver doses vamos vacinar”, informou.

Na zona rural, de acordo com a enfermeira, a imunização obedecerá um calendário que está sendo preparado pela Secretaria de Saúde com base nas dozes de vacina disponíveis. “Mas quem quiser antecipar pode procurar o PSF´s de referência, que fica próximo à Prefeitura”, orientou.

O secretário de Saúde de Campo Verde, Altair Timoteo de Araújo, tranquilizou a população quanto aos casos de gripe H1N1 ou H2N3. Segundo ele, nenhum caso de contaminação pelos vírus transmissores dessas doenças foi registrado no Município nos últimos anos.

Fonte: Assessoria de Imprensa